Pomar

Uma colheita do que de melhor se faz na net, também com produção caseira

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Author: João Lúcio (page 1 of 164)

A saga do Final Cut

Não sendo o vídeo o meu trabalho principal, é algo que faço com alguma frequência. Sejam pequenos clips para social media ou vídeos de apresentação, a minha ferramenta de eleição é o iMovie. É limitado, sim, o que também o torna simples e rápido para trabalhar. Mas por vezes sou obrigado a dar voltas enormes para fazer algo que seria bem mais rápido com um editor de vídeo mais avançado. Ora, trabalhando em Mac tenho 2 opções: Adobe Premiere ou Final Cut Pro. Tenho acesso ao Premiere através da Creative Cloud, só que aquela interface dá-me a volta à cabeça. Mesmo seguindo tutoriais ando sempre às pancadas com ele. Há quem diga o mesmo do Adobe Illustrator, que é o meu editor vectorial de eleição… cada macaco com a sua banana.

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Onde os pequenos aprendem a ser grandes

Fui para esta escola em 1982. Lá fiquei até acabar a 4ª classe, em 1987. Mas a ligação nunca se quebrou. Por volta de 2001 comecei a trabalhar com a escola na área de imagem e comunicação. Desde aí já se renovou a identidade gráfica da escola, já se prepararam muitas festas de final de ano e já se preparam inúmeras peças de comunicação. Hoje sai mais um vídeo. Uma apresentação do Externato A Minha Escola: “Onde os pequenos aprendem a ser grandes.”

A farda é que já não me serve…

iMovie crasha ao abrir no macOS High Sierra?

Nem a tradição é o que era, nem os Macs e derivados são as máquinas fiáveis a que estávamos habituados. Claro que sempre existiram problemas e nada é, ou era, perfeito. Mas a quantidade de merda que temos de aturar hoje começa a parecer o Biff debaixo da carroça de estrume. O último bug, ou melhor, o último “caga e deixa andar” que descobri acontece no iMovie. Costumo usar o portátil ligado a um monitor externo, mas sempre com o portátil aberto. Acontece que recentemente arranjei um monitor para casa, onde me dá jeito deixar o portátil fechado (o chamado modo “clamshell”). Quando ontem tentei abrir o iMovie, fui brindado com erro atrás de erro. Read more

O melhor anúncio do Super Bowl 52

Este ano pareceu faltar um bocadinho assim aos anúncios do Super Bowl. Houve anúncios emotivos. Houve anúncios divertidos. Houve anúncios que só serviram para gastar dinheiro. No final, espremendo tudo, poucos anúncios vão deixar saudades. Os do Tide são uma das poucas excepções. A premissa: transformar todos os anúncios do Super Bowl num anúncio ao Tide.

É uma boa ideia, que se torna ainda melhor com os anúncios de seguimento.

O futuro deve ser USB-C

Passaram seis meses desde que comecei a utilizar um dos novos MacBook Pro 15″. Portátil q.b., é sobretudo rápido e dá um belo desktop quando o ligo a um monitor Apple Thunderbolt e a um teclado e rato externos. Nunca sinto que me falta computador, seja em usos intensivos de processador, ou quando utilizo várias aplicações (quase) em simultâneo. É uma experiência parecida com quando utilizava um Power Mac G5.

Uma das maiores características deste modelo são as portas USB-C (na verdade Thunderbolt 3 com ligação USB-C), as únicas que os novos MacBook Pro oferecem, se não contarmos com o mini-jack para áudio. É um modelo que arranca uma nova era – vou ignorar o MacBook fofinho – com todos os problemas que isso traz.

O USB-C promete uma única ligação para todas as necessidades, permitindo que praticamente tudo passe por aquelas portas: Thunderbolt, USB, HDMI, DVI, VGA, Ethernet, FireWire… uma única porta que permite ser utilizada para qualquer ligação. Isto desde que tenhamos um adaptador. E é aqui que o futuro fica ainda um pouco longe.

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A culpa deve ser dos Truques

A Impala publica uma notícia do jornal satírico El Mundo Today: “Desliga avô das máquinas para meter telemóvel a carregar“. Ninguém naquela casa achou a notícia estranha. Nem o texto, que alguém teve de traduzir, com frases como:

“Eu estava com 1% de bateria, o que pode ser descrito como uma situação crítica. Além disso, minha mãe pediu-me para lhe dizer como estava o avô quando ele chegou ao hospital, então eu tive que lhe enviar um WhatsApp.”

“Ele começou a ficar azul, mas eu achei que era devido ao filtro (de imagem) que usei no Instagram.”

“Eu entendo o meu filho, mas as soluções devem ser encontradas. Ou nós compramos uma dessas baterias externas para o telemóvel ou teremos que comprar um novo. Assim, é que não pode ser ,” afirmou a mãe do jovem.

Só é pena que tenham sempre de estupidificar o texto quando traduzem. O original é muito melhor, com pérolas como “Es verdad que se estaba poniendo azul, pero creía que era por el filtro Valencia.”, “La gente también podría haberme avisado en vez de darle al ‘Me gusta’”, se queja.”, ou “Se pusieron como locos cuando vieron que el respirador estaba apagado. Les pregunté dónde coño estaban los enchufes en esa habitación y no me contestaron. Me parece muy fuerte que solo haya un enchufe. Son los putos recortes sanitarios”.

O original está aqui.

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