Pomar

Uma colheita do que de melhor se faz na net, também com produção caseira

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Está na altura de voltar a um desktop?

Quando montei a empresa – já lá vão mais de 13 anos – tive de escolher um computador para trabalhar. Estávamos em setembro de 2003 e a Apple tinha lançado o Power Mac G5 uns meses antes. O timing não podia ter sido melhor.

… the best computer Apple has ever built!

A frase é familiar, certo? 🙂 Mas era um canhão. Rápido, com processamento para dar e vender e uma capacidade de expansão à antiga. Também experimentei utilizar um portátil como segundo computador, para quando estivesse fora do escritório. Na altura a dificuldade de acesso aos ficheiros de trabalho de forma remota  (sobretudo pela velocidade da net), sincronização de emails, etc., acabou por limitar a sua utilidade. Read more

Cozinha fashion

Fui almoçar ao Colombo. Não me lembro da última vez que lá tinha ido. É só “restaurantes” novos, com conceitos modernos, cheios de estilo e promessas de comida boa. Comida típica, comida saudável, comida que parece saída de um workshop nas nações unidas…

Escolhi um sítio.

É uma merda.

Muito “restaurateur” não deve perceber que a comida é mais importante que a imagem. Por outro lado, a malta diz bem de qualquer porcaria que lhe metem à frente. Basta olhar para os ratings do Zomato.

O que tem de ser tem muita força

Mas o meu iPhone 5s está a precisar de reforma. A bateria está bastante gasta e o ecrã, por culpa minha, já viu melhores dias.

Está uma pessoa à espera que saia um novo telefone, para o poder experimentar e decidir se muda para Android, quando o actual se antecipa e decide que é hora de trocar. Isto deve ter a ver com a história do machine learning. 🙂

Mas há que ser positivo. O lançamento do iPhone 7 tirou 50 euros ao preço do iPhone SE. Agora é só esperar que o touch aguente mais dois dias.

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Cliente satisfeito à casa torna

Depois de uma semana em Ponte de Lima, no dia do regresso a Lisboa encontro-me com o Marco e a Joana – também eles de regresso –  para um almoço em Matosinhos. A escolha recaiu na francesinha do Requinte. Nada a apontar ao Requinte ou à sua francesinha, que é bem boa. Mas esta história é sobre croissants.

Unknown

Durante o almoço, comentei que ia aproveitar para passar na Confeitaria Henrique Carvalho para levar croissants.

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This is not the Apple you are looking for

E enquanto não surgir outra marca a fornecer uma experiência melhor, de forma consistente, a Apple continuará a ser líder.

A frase é minha, escrita em Fevereiro de 2012, e continua tão actual como quando a escrevi. A diferença é que, para mim, começam a aparecer marcas a igualar – e talvez melhorar – a experiência dos produtos Apple.

Para os Mac não vejo sequer um concorrente à altura, mesmo numa altura em que a linha de computadores Apple está desactualizada e demasiado cara para o que oferece. Já com o iPhone a história é outra.

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A areia para os olhos do videoárbitro

A FIFA decidiu introduzir o videoárbitro e durante a época de 2016/2017 vamos ter os primeiros testes do sistema. Mas o que podia ser algo bastante positivo para o futebol – como o tem sido em várias outras modalidades – parece não ser mais que areia para os olhos.

Portugal faz parte dos países onde o videoárbitro será testado, a começar já na super taça. Durante o primeiro ano os testes serão em “off”, não havendo comunicação directa entre o árbitro principal e o videoárbitro. Parece que um outro árbitro, na bancada, irá simular os pedidos de assistência vídeo. Até aqui tudo bem. Estes primeiros testes servem para melhorar o sistema antes de ser utilizado a sério.

O problema está nas limitações que a FIFA colocou ao uso desta tecnologia. Quem pensava que o videoárbitro ia tornar o jogo mais justo, enganou-se. Se não, vejamos: As situações de actuação são 4: grandes penalidades, validação de golos (linha de baliza), expulsões e identificação de jogadores (cartões). De fora ficam as situações que mais prejudicam a verdade no futebol: foras-de-jogo e faltas mal assinaladas.

Dos 4 vectores de actuação do videoárbitro, apenas as grandes penalidades têm influência nos jogos com relativa frequência. O que vemos praticamente todas as semanas são golos que resultam de situações de fora-de-jogo (ou anulados por foras-de-jogo mal assinalados) e outros que acontecem após livres e cantos mal marcados. Todas essas situações vão continuar a acontecer. E ainda temos o detalhe do videoárbitro ser apenas passivo, ou seja, só entra em acção a pedido do árbitro principal. Até uma grande penalidade mal assinalada pode não ser corrigida porque o árbitro tem a certeza que viu a falta.

O futebol não pode passar a ser arbitrado da bancada, mas não há justificação para  que um golo marcado em fora-de-jogo não seja anulado, activamente, pelo videoárbitro, poucos segundos depois de ter sido marcado.

Este ano não vamos ver nada. E nos próximos anos não me admirava de continuarmos a ver a verdade desportiva a ser posta em causa a cada fim-de-semana.

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